quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Zero não é o que queremos

Zero é tudo
que não queremos
neste cruel embate
do povo contra a porca
gorda do vil metal.

Eu te digo
que desde o nascer,
até findo o brioche,
sempre fomos induzidos
a quitar os zeros
que aprendemos que devemos.
(podemos dizer não))

O povo, na sua ignorância
é sábio na matemática.
O que temos guardado
em pote de barro adâmico,
é coisa de Deus,
Não é para zerar com o mau.
(o mau existe)

Anulando as forças
a fórceps em dor
com estes canalhas
(patifes, bandidos)
consagraríamos a
equidade das forças
com as porcas
gordas de fuças sujas
(sensuais e perversas)

Por isto
ao ver-lhes maiores
serão menores
e não morreremos.
(viveremos para sempre)

para ódio
da primeira classe
limpinha e cheirosa
com nariz de cadáver.
(a nobreza putrefata)

Então, quando bater
a dor do ódio (inútil)
no meio da noite
façamos amor.
(com a amada, sorrindo).

É isto aí!

Nenhum comentário:

Postar um comentário